sexta-feira, 20 de maio de 2011

Trem bala da colina.



Fundado no dia 21 de abril de 1927, o Estádio Vasco da Gama acabou ficando mais famoso como São Januário, que é o nome de umas das principais ruas que levam ao estádio. O primeiro jogo disputado em São Januário foi entre Vasco e Santos. A partida terminou em 5 a 3 para os paulistas. O primeiro gol foi marcado pelo santista Evangelista. Já o primeiro gol do Vasco no seu estádio foi marcado por Galego.
Antes da construção da Colina, como também é conhecido o estádio, o Vasco mandava seus jogos no campo do Andaraí, que depois acabou se tornando o campo do América. São Januário foi fundado graças aos próprios vascaínos, que fizeram uma campanha para arrecadar dinheiro para a compra de um bom terreno em São Cristóvão. A etapa seguinte foi arrecadar uma quantia que fosse suficiente para a construção do estádio. Em apenas 11 meses o Estádio Vasco da Gama ficava pronto.
O estádio é a principal sede do Vasco. Construída numa área de 56 mil metros quadrados e situada à Rua General Almério de Moura, 131, no bairro Vasco da Gama, o complexo conta com estádio, ginásio, parque aquático e setor administrativo. A fachada é tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Os refletores do estádio foram inaugurados em 31 de março de 1928, no jogo entre Vasco e Wanderers, do Uruguai. Os cruzmaltinos venceram por 1 a 0, gol do ponta-esquerda Santana. O foi um gol olímpico, um dos primeiros que se teve notícia no futebol brasileiro. Dizem, inclusive, que a expressão "gol olímpico" surgiu nesta ocasião, já que o Vasco ganhou de um time do Uruguai, que era o atual campeão olímpico de futebol.
Entre 1927 e 1950 (ano da inauguração do Maracanã), o estádio do Vasco foi o maior do Rio de Janeiro. Entre 1927 e 1940 (ano da inauguração do Pacaembu), São Januário foi o maior do Brasil e entre 1927 e 1930 (ano da inauguração do Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai) foi o maior da América do Sul.
A Seleção Brasileira jogou em São Januário pela primeira vez em 15 de janeiro de 1939. O jogo foi entre Brasil e Argentina, e os brasileiros foram derrotados por 5 a 1. Leônidas da Silva, o "Diamante Negro", marcou o gol do Brasil. O jogador já havia atuado pelo Vasco anteriormente

NÚMEROS & HISTÓRIAS DO VASCÃO.

Campanha – Na construção do seu estádio, o Vasco mobilizou sócios e torcedores em uma campanha de arrecadação de contribuições, que possibilitou a compra de 6.600 barris de cimento e 252 toneladas de ferro.
Primeiro jogo – Na partida de inauguração do Estádio de São Januário, em 21 de abril de 1927, o Santos venceu o Vasco por 5 a 3. O santista Evangelista foi o autor do primeiro gol da história do estádio.
Iluminação – Em 31 de março de 1928, o Vasco venceu por 1 a 0 o Wanderers, do Uruguai, em amistoso que marcou a conclusão da curva das arquibancadas e a inauguração da iluminação do estádio. São Januário era, então, o único estádio onde se realizavam jogos noturnos.
Maior goleada – A maior goleada da era do futebol profissional, no Rio, foi dada pelo Vasco, em São Januário. O time do Expresso da Vitória atropelou o Canto do Rio, vencendo por 14 a 1 partida disputada em 6 de setembro de 1947.
Tombamento – A fachada do Estádio do Vasco, belo exemplar do estilo arquitetônico neocolonial – em voga na década de 1920 –, é tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Maior artilheiro – Roberto Dinamite é o maior artilheiro de São Januário. Marcou 184 gols no Estádio, entre 1971 e 1992

musica do meu time

O CALDEIRÃO VASCAÍNO

Depois de Colina, outro nome que a torcida gosta de chamar o estádio é "Caldeirão". O nome ganhou força com a canção que vem das arquibancadas "São Januário meu Caldeirão", criada em 2007 pela torcida. Confira a letra:
Vou torcer pro Vasco ser campeão São Januário, meu caldeirão
Vou torcer pro Vasco ser campeão São Januário, meu caldeirão
Vasco, tua glória é tua história
É relembrar
O Expresso da Vitória
Contra o River Plate, sensacional
Gol do Juninho, no Monumental
Ole ole ole ole ole ole olá ...

AO MESTRE, COM CARINHO!


Olá, amigos! 
Hoje abrimos espaço para uma homenagem muito bacana da peladeira capixaba Raquel Guedes para seu professor de futebol, mais um daqueles abnegados que lutam com esforço de titã para manter vivo o futebol feminino no Brasil, portanto todas as palavras abaixo são merecidas. 
"Olá, sou Raquel Guedes e vou falar um pouco de uma pessoa que representa muito para dezenas de meninas. O nome dele é Bruno Corrêa, treinador da minha equipe de futsal feminino, o CEBC/Arci, equipe de Vila Velha, no Espírito Santo. Bruno é mais que um treinador é um pai, irmão, amigo,além de ser humilde e lutar por aquilo que defende, luta por nosso futebol feminino. Para isso faz de tudo, tira dinheiro do bolso para nos ajudar, corre atrás de patrocínio, é um guerreiro, um lutador que está conosco em todos os momentos. Nós do CEBC/Arci queríamos agradecer por tudo que fez em nossas vidas, por tudo que nos ensinou, todos os incentivos, todas as palavras amigas, todos os momentos alegres e tristes pelo qual passamos. Muito obrigada por sempre dar aquela força na hora que mais precisamos, obrigada por todas as mudanças que pude fazer junto a você, obrigada por me fazer evoluir como pessoa, como jogadora. Obrigada por nos proteger, tirar do perigo e chorar quando choramos, rir quando rimos e pelas verdades que sempre nos falou, É muito bom tê-lo aqui guardado no coração, uma pessoa especial, alegre, simpática e iluminada por Deus para fazer o bem".